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 Grito Rock 2015: K2, Veja Luz, Kruelty  
Data: 24/02/2015

Elo: Mídia Corrente Cultural

Na quarta e última noite do festival Grito Rock Poços de Caldas, o gran finale ficou a cargo das bandas K2 (Poços de Caldas-MG), Veja Luz (Taboão da Serra-SP) e Kruelty (Poços de Caldas-MG) que cumpriram em fazer um dos melhores shows para quem aproveitou o carnaval com muita música independente.


K2

Em uma das mais inspiradas noites de sua consistente trajetória de mais de 15 anos, a banda K2 abriu na terça de Carnaval a última noite do Grito Rock 2015 com casa lotada e público efervescente. Foi com \"A lei do som\" - um groove exaltação à música autoral - que a K2 iniciou os trabalhos, deixando claro de cara seu compromisso com a música independente e com aquele público que ali lotava e se esbaldava no New York Pub desde o primeiro dia de Carnaval.

O tom de protesto e critica social, que sempre permeou o som da banda desde o primeiro álbum, conduz a pauta do show, contemplando desde clássicos como \"Mudanças\" - cantada em êxtase pelo público - mas especialmente as faixas do último álbum \"Brasileiro Alma Grande\". \"A cidade\", \"Riffinré\" e a homônima \"Brasileiro Alma Grande\", entre outras, além da sua temática crítica, guardam uma sofisticação rítmica e melódica e arranjos impecáveis, por vezes tortos e quebrados, que impressionam inclusive e especialmente os mais críticos dos músicos.

Com uma mistura de elementos e referências diversas, do samba ao hip hop, do funk-soul ao metal, não faltaram ao show inserções de claras influências da banda como \"Dura na Queda\" de Chico Buarque e \"As Rosas não falam\" de Cartola, ambas cantadas em massa em meio a um dos maiores hits da banda \"Menina doida\". Ainda rolou trechinho de \"Get up stand up\", de Bob Marley, sem falar da participação especial de MB2 Uclanos, parceiro antigo da banda, no rap \"S.P.R!\", faixa do álbum Locomotiva da banda K2.

Generoso, Pedrinho, guitarrista e vocalista, fez questão de reverenciar as outras bandas independentes, improvisando versos da banda Veja Luz - a próxima a subir no palco naquela noite - e fazendo referência também à Kruelty, banda local escalada para fechar o Grito Rock Poços de Caldas.

Já com o público indo ao delírio, a K2 presenteou a todos fechando o show intenso e energético com \"Locomotiva\" e uma inserção de \"Killing in the name\", de Rage Against the Machine, uma das maiores e mais claras referências da banda, que fez a pista do New York Pub ir abaixo com o público pulando e cantando numa sintonia única.

Quem assiste um sólido projeto artístico como este da K2 sai com a certeza de que a música e o rock brasileiro estão muito além do que a mídia e sua triagem econômica e simplista - do que chega e não chega ao grande público - tenta controlar e impor. E é disso que se trata a K2 e o Grito Rock: um verdadeiro culto à música e à pluralidade de ideias, espaços e públicos, coerente com uma visão mais justa e complexa de sociedade e de vida. Viva a música autoral independente!

 

Veja Luz

E foi na última noite de Grito Rock que chegou a hora que a nação reggaera tanto esperava. Veja Luz, de Taboão da Serra/SP, subiu ao palco do New York Pub e mostrou seu reggae com influências de ritmos afros, soul music, jazz, blues, R&B, hip hop e ragga. O som agradou o público, já familiarizado com as apresentações no festival #VaiSuldeMinas e na Noite Fora do Eixo.  

“O clima do show estava maravilhoso e como não é nossa primeira vez em Poços de Caldas foi muito massa, porque no final do ano passado a gente teve a oportunidade de tocar no New York, junto com a galera da K2 que trouxe a gente aqui. Tocamos aqui no festival #VaiSuldeMinas há dois anos e no show desse Grito Rock a gente teve a confirmação que este trabalho de base é fundamental, porque muita gente que foi ao show, nós já tínhamos visto no outro show também. Então, foi uma consequência do trabalho, da galera ter aceitado bem o som da banda”, exalta o guitarrista Fernando, que diz que a banda está aproveitando o Grito Rock para circular.

“Nós estamos aproveitando o Grito Rock para fazer uma circulação bem massa. Passamos por Sertãozinho, Poços... No mês que vêm temos mais circulação para fazer em Minas Gerais. Antes disso estaremos em São Paulo pensando no processo de gravação do novo clipe que a gente vai fazer, a gravação do novo disco que a gente quer começar a gravar esse ano e se tudo der certo lançar até o final do ano ou no começo do ano que vem. Esse processo de gravação de banda independente é bem complicado, dependemos muito da verba que a gente vai custeando através dos shows que vamos fazendo, mas isso é fundamental para nosso trabalho ser cada vez mais completo”, finaliza o músico.         

 

Kruelty

Estrategicamente escalada para fechar a 6ª edição do festival Grito Rock Poços de Caldas, repetindo a façanha do ano anterior, a Kruelty subiu ao palco para gritar como ninguém ainda havia feito no festival. O quarteto poços-caldense de death/trash revelou-se ainda mais experiente mostrando um trabalho de responsabilidade bem definida, sem perder a organicidade de um show que requer energia e entrega total ao público. 

Guilherme Henrique no baixo e voz, soa como uma motosserra entoando melodias distorcidas e brutalmente vocalizadas como se pede o gênero. Acompanhado de cada lado pelo duo de guitarristas Fernando Mamute e Tiago Borssato, o pequeno Guilherme crescia ao passo que sua voz se findava às marteladas de Pedro Anunciação, na bateria.

Falar do show do Kruelty é quase spoiler, o tempo todo tudo é surpresa, as afinações, cadências, a performance dos integrantes. Todo o conjunto de músicas e andanças sonoras no palco parece caminhar pra frente, e somente pra frente, sem que nada pareça inédito ou já percebido. Não há como chegar ao final e não pedir “mais um” em coro na frente ao palco, no que a banda certamente vai lhe responder com ainda mais entusiasmo. Um gran finale e tanto para um festival de quatro dias, 12 bandas e muita gente.

 

A 6ª edição do Grito Rock Poços de Caldas se despede do carnaval e de todos os foliões que encheram o New York Pub de energia, de felicidades e de sonhos que acabamos realizado ali mesmo - música circulando, pessoas se conhecendo, a arte se renovando e um ano de muitas promessas se concretizando. 2015 é o ano das sextas edições para o Corrente Cultural, onde cada festival ganha uma importância e um significado ainda maior chegando a seis anos consecutivos de realização. Vai ser foda.

Veja Luz no palco | (CC - BY SA) Corrente Cultural
 
 Grito Rock 2015: Mornin`View, Absinto Muito, Facção Caipira  
Data: 19/02/2015

Elo: Mídia Corrente Cultural

A terceira noite de Grito Rock Poços de Caldas encampou a etapa mais prestigiada pelo público, batendo o recorde anterior. Com um público ainda maior que o populoso sábado, a segunda-feira do festival recebeu as bandas Mornin`View (Poços de Caldas-MG), Absinto Muito (Sete Lagoas-MG) e Facção Caipira (Niterói-RJ) para shows fantásticos.

Mornin\'View

Há dois anos e meio fazendo música autoral, a Mornin`View já tem um público consolidado em Poços de Caldas que curte o rock denso da banda e estiveram presente nessa terceira noite do Grito Rock 2015, ajudando a lotar o New York Pub para uma das noites mais épicas da história do festival.

“Foi a primeira vez nossa no Grito Rock. A gente já tinha tocado no New York algumas vezes, mas no Grito é uma pegada diferente. A gente sabe que é uma galera que não vem nas Noites Fora do Eixo, têm bandas de fora, o que traz um público diferente também. A experiência foi sensacional, diferente dos outros shows nossos, que também foram bem legais, mas esse a energia foi muito bacana. A galera recebeu bem nosso trabalho, a nossa música, apesar de ter uma galera que já conhece, que sempre vê a gente, também tinha uma galera nova prestando bastante atenção. A maior satisfação do artista é o reconhecimento, não só financeiro, mas o reconhecimento artístico mesmo, você ver que a pessoa gostou daquilo que você fez e isso a gente viu hoje aqui”, conta o vocalista da banda, Jony Hansk, que falou ainda da busca da Mornin`View pelo reconhecimento de seu som autoral.

“Todo mundo da Mornin`View tem vinte e tantos anos, todo mundo já é velho nesse caminho, já teve várias outras bandas, já ralou, já tocou de graça. Quando montamos a Mornin`View, há dois anos e meio, resolvemos parar de fazer cover e fazer uma coisa nossa, independente do que fosse sair. Isso eu acho que é o que dá mais animo pra gente, porque a gente toca aquilo que gosta, não somos forçados a tocar algo para os outros. Sempre que a gente se reúne a gente pega e fala: ‘vamos nos divertir’, não importa quantas pessoas vão ter no show”, diz o vocalista, que revela que o grande objetivo da banda em 2015 é circular para divulgar o som. 

“Essa formação que a gente tem hoje existe desde dezembro de 2013 e nessa época nós traçamos os objetivos de 2014 e graças a Deus nós cumprimos todos e a gente traçou objetivos mais ambiciosos para esse ano de 2015. Nós queremos circular pelo Grito Rock e senão for por ele a gente quer levar nosso som para fora de poços também. Porque em Poços tem uma galera que curte nosso som e sem essa galera a gente não tinha chegado até aqui, mas a gente quer levar nosso som para fora, então nosso objetivo é fazer o maior número de shows fora de Poços. Lançamos nosso EP no final do ano passado, queremos levar esse trabalho para outros lugares e quem sabe lançar um CD, mas a intenção principal é divulgar o trabalho que está sendo feito agora”, finaliza Jony.

 

Absinto Muito

Renato (Guitarra), Dedé (Bateria), Jean Clô (Baixo) e Efe Godoy (Voz). Essa é a formação da banda de Sete Lagoas mais poços-caldense que já existiu: Absinto Muito. Com os shows realizados em outras edições do festival Grito Rock Poços de Caldas e apresentações em Noites Fora do Eixo e no festival #VaiSuldeMinas, a banda criou um público fiel na cidade, que não via a hora de chegar o terceiro dia de Grito Rock para assistir a uma de suas bandas favoritas.

E quem foi não se arrependeu. Absinto fez um dos melhores shows do Grito Rock, com muita energia, calor da plateia e seu rock dançante e transcedental. “Já são cinco shows em Poços. Nós já construímos público em algumas cidades, mas em Poços é incrível. A casa ficou cheia, a turma toda vindo falar com a gente. Foi demais, nem acredito que acabou, queria ficar mais um pouco no palco”, diz o vocalista Efe Godoy, que revela que Absinto vem com novidades para esse ano de 2015.

“Estamos lançando um novo disco. Nós ficamos um mês em um sítio chapando e fazendo um som maluco. Algumas das músicas a gente apresentou aqui no Grito Rock, mas o disco vai sair lindamente ainda esse ano. Não temos previsão para quando, mas já estamos na mix, já colocamos os efeitos e estamos super na pilha que ele saia logo, porque queremos trazer novas performances para o palco, para que seja um espetáculo”, explica Efe, que ainda contou um pouco da história da banda.

“Todos nós quatro somos de Sete Lagoas e a gente vêm de um grupo de amigos. Eu sou amigo do Dedé desde que ele tinha seis anos de idade e dos outros meninos também. Então, a gente veio dessa coisa de cada um começar a tocar algo e de repente surgiu uma banda. Aí a gente começou a se inscrever em festivais com música própria e fomos ganhando os festivais até começar a angariar um público e isso já tem quase cinco anos que a gente tá junto”, conta o vocalista.

 

Facção Caipira

Blues, country e rock, com um pouco de regionalismo. Tudo isso subiu ao palco do New York Pub com a última banda da terceira noite do Grito Rock 2015. Facção Caipira fez o público pular com suas canções com ritmos americanos, mas com um toque de brasilidade. Difícil pensar que, por fazer um som tão típico do interior dos Estados Unidos ou do Brasil, Jan Santoro (Voz/Violão Resonator), Vinicius Câmara (Baixo/Voz), Daniel Leon (Gaita/Voz) e Renan Carriço (Bateria), sejam de uma cidade litorânea como Niterói/RJ.

“Facção Caipira vem de vários lugares: do Mississipi, do Nordeste, do samba… Facção Caipira vem do que a gente escuta, do que a gente sente, do que a gente é. Essa maneira de ser caipira não quer dizer que a gente toca só música caipira. O blues é uma música caipira, mas o que mais importa disso tudo é fazermos o que gostamos e cultivar isso que a gente faz. Não nos prendemos a um estilo musical, estamos sempre abertos a propostas. É claro que tem coisa que gostamos mais e que gostamos menos. A Facção Caipira vem da onde a gente quiser”, afirma Jan Santoro, que conta que logo a banda estará lançando um novo CD.

 “Queremos ir pro mundo. Estamos fazendo um CD que está lindo, que está em processo de mixagem. Gravamos o disco na Toca do Bandido, com produção de Felipe Rodarte. Foi muita energia, gravamos tudo em cinco dias. Foi inexplicável, uma coisa que aconteceu que nós conseguimos gravar 11 músicas com muita energia e muita pressão. Esse disco vai vir feroz”, se empolga o músico, que revela ainda como é o processo de criação da banda. 

“O processo de criação se dá de várias formas. Eu sou compositor, o Daniel é compositor, mas na verdade isso eu falo das letras. As melodias eu faço, o Daniel também faz, o Renan contribui. Mas, a questão é que os arranjos, a música toda, a composição em si é trabalhada em conjunto. Então, nós sempre nos preocupamos em escutar um ao outro, pedir opinião, ter bom senso e humildade para saber o que é melhor para a música em si”, finaliza Jan Santoro.  

Absinto Muito e casa cheia / (CC - BY SA) Corrente Cultural
 
 Grito Rock 2015: Leve, CoqFou, Zonbizarro  
Data: 17/02/2015

Elo: Mídia Corrente Cultural

O domingo de carnaval revelou uma mistura de ritmos no Grito Rock Poços de Caldas envolvendo o público presente com rap, rock, grunge, folk, regionalismo e muito mais. No palco, Leve (Poços de Caldas-MG), CoqFou (Santa Rita do Sapucaí-MG) e Zonbizarro (Belo Horizonte-MG) brindaram essa democracia da experimentação de gêneros musicais diversos e a criação de indentidades autênticas que vão lapidando essa nova música mineira.


Leve

O duo de rappers formado por Dough e Castor Leve abriram a segunda noite de shows do festival levando o público na batida comandada por Dj Mancha e participação de Leopac nos microfones. Com um som de qualidade, letras bem trabalhadas, presença de palco e um público que entendeu a mensagem, Leve realizou um ótimo show, mostrando que o palco do New York Pub é um espaço para todos os ritmos. 

“Gostei bastante da apresentação. Acredito que meus amigos, meus parceiros, também gostaram bastante. É uma motivação muito grande tocar em uma casa que dá todo suporte necessário para a gente. O rap dentro de alguns lugares fechados é uma conquista. Em alguns lugares do Brasil o rap até domina alguns lugares assim, conseguiu entrar, abriu todas as portas. Nós estamos nessa sequência, acompanhando o raciocínio dos grupos de fora e tentando criar nossa própria identidade. O rap sempre foi autoral, é muito difícil você ver um cara fazendo cover relacionado ao rap. Então, tentamos mostrar nossa identidade e aproveitar essa oportunidade para cativar quem tiver lá dentro para continuar nos acompanhando”, explica Dough, que conta como começou o grupo.

“Em 2015 o Leve vai fazer 3 anos. Eu tive um primeiro grupo que se chamava Elementos, que eu comecei em 2009 e eram quatro MCs. Esse grupo durou três anos também e se desfez, ficando eu e o Castor, e os outros dois fizeram um projeto separado. Isso foi em 2011. Depois disso ficamos um tempo parado e em 2012 aconteceu da gente se unir de novo, fechar algumas ideias e vir com essa proposta de um som mais leve, trazer uma proposta mais alternativa e o leve da música, ‘Leve o que é bom para você’”, diz Dough, que junto com seu parceiro Castor e com a produção de Leopac, está preparando um CD para sair ainda esse ano.

“Nós começamos a gravar com o Leopac que além de MC também é produtor, tem um home estúdio em casa. Começamos a gravar algumas músicas para colocar em CD, ou um EP, e a gente pretende lançar ele em agosto, mais ou menos nessa data após as férias, porque dá tempo da gente trabalhar direitinho e fechar algo com boa qualidade”, revela Dough.               

 

CoqFou

Com apenas um ano de estrada, a banda Coqfou de Santa Rita do Sapucaí-MG entrou no palco dessa 6ª edição do Grito Rock com um som bem peculiar, que chega até ser difícil de rotular, mas mistura vários sons, como folk, rock, blues e regionalismo de mineiros. Outro fator que chama atenção do público é o fato dos músicos usarem máscaras e criarem personagens. Toda essa grande quantidade de informações só tem um resultado: mais um belíssimo show para o público seleto do Grito Rock. 

“Achei um show maravilhoso. Você tocar para um público que entende que você está tocando a sua música é um negócio que é diferente, dá um retorno. O cara me parar após o show e dizer: ‘que som bacana que vocês fizeram’ é emocionante, muito mais legal que você tocar para um monte de gente que não está prestando atenção. Eu gosto de tocar aqui porque o público de Poços é mais conscientizado, escuta várias coisas diferentes. Na mesma noite tocou um rap, agora tocou um negócio meio folk, meio esquisito, vai tocar um negócio mais pesado. E todo mundo está lá para prestigiar. Parabenizo o Coletivo Corrente Cultural, já que se não fosse iniciativas como essa nós teríamos que tocar a música dos outros sempre”, desabafa após o show Fernando, do CoqFou, que faz um pouco de tudo na banda: é vocalista, backing vocal, toca violão, guitarra, bandolim, gaita e flauta. 

“Eu não sei explicar nosso som. Temos muitas influências, do rock ‘n roll mesmo, de Milton Nascimento, que é o artista que eu mais gosto no Brasil. Juntei essas influências e não gosto de fazer uma coisa parecida, de fazer uma música igual a outra, eu gosto de variar. Eu escuto folk, escuto um negócio mais pesado, Milton nascimento, que é outra ideia. Então, eu quero pegar todas as minhas vertentes e aplicar em um som diferente. É um som novo eu acho. É uma coisa personalizada. Por isso da máscara, para criar um personagem, criar um vínculo com as pessoas, não só do áudio, mas do visual também. Por exemplo, na hora que eu tava contando a história como o ‘galo doido’, que o Le CoqFou, e eu estava contando e a máscara ajuda. Todos aqueles animais são personagens também. Eu quero criar isso para a pessoa dar mais importância à música e ao contexto do que minha cara cantando. É uma coisa que extrapola de mim, se é o Fernando, se é o Coqfou, no fundo é um bando de animais”, revela o artista, que conta um pouco da caminhada da banda.

“Esse foi nosso quinto show, nosso segundo show foi aqui também. Estamos há menos de um ano na estrada e temos muitas músicas nossas, mais as versões que a gente faz. Esse ano é promissor, a gente entrou no Grito Rock agora, estamos com muita vontade de tocar em todos os lugares que aparecerem, independente se vai pagar ou não, independente de qualquer coisa, a gente está afim de tocar, botar nosso trabalho a mostra, porque como a gente viu hoje é um trabalho que tem retorno, um retorno emocional enorme”, completa Fernando. 


Zonbizarro

O powertrio belorizontino chegou ao Grito Rock Poços de Caldas trazendo um dos mais expressivos e coesos projetos musicais da nova cena mineira. A banda consegue unir a grande experiência cultural de seus integrantes a um universo criativo enorme, que inicia-se a partir de canções pesadas carregadas de linhas eletrônicas e termina num estrondo visceral, com baquetas quebradas e muito suor. 

Baquetas quebradas e muito suor: exatamente esse foi o show da Zonbizarro fechando a segunda noite de apresentações do festival. Em conversas no camarim, antes de subir ao palco, a banda falou da cena de Belo Horizonte, da importância de espaços como o New York Pub que cedem à ações que valorizam o autoral em Poços de Caldas, e do trabalho fora dos palcos, com a gravação de novos clipes e a correria do dia a dia para conduzir a banda ao lado de outros projetos como o Tubo Cultural, um espaço administrado por parte da banda que nasceu como estúdio e agora já é um centro completo com vocação para exposições, workshops, performances, lançamento de livros e claro, muito show.

No palco, todo esse fervor de vestir a camisa da música independente efervesceu em um show agressivo, de nuances melancólicas e barulhentas, afinadas e espetacularmente sincronizadas. Inspiração para o público e para o próprio festival. Uma banda que certamente dá maior liga a qualquer festival que esteja participando. 

Leve / (CC - BY SA) Corrente Cultural
 
 Grito Rock 2015: Jazahu, PETIT MORT, Copperfield  
Data: 16/02/2015

Elo: Mídia Corrente Cultural

O que falar da 6ª edição do Grito Rock Poços de Caldas que mal começou e já tava lotada pacas? A primeira noite de shows do festival teve recorde de público no New York Pub para ver a banda brasiliense Jazahu, o powertrio argentino PETIT MORT e uma das pratas da casa, a banda Copperfield. Gente fantasiada, banquinha de CDs e camisetas, e uma instalação de máscaras carnavalescas também marcaram o ponta pé inicial do Grito Rock. Saiba mais sobre os shows e o que disseram as bandas.


Jazahu

Com o New York Pub completamente lotado, subiu ao palco pela segunda edição seguida do Grito Rock a banda Jazahu, septeto brasiliense que abriu em grande estilo a primeira noite do festival.  A postura enérgica no palco e a mistura de ritmos que começa pelo rap e segue pelo samba, reggae, maracatu, baião, funk, soul e rock, deu o tom do que veio e ainda virá nesse Grito Rock 2015.

O vocalista da banda, Billy, destacou após o show a grande energia que circulou entre o Jazahu e o público. “Foi demais. Foi a terceira vez que a gente toca em Poços de Caldas e o público está sempre aumentando. O Coletivo Corrente Cultural está de parabéns. É sempre bom demais tocar em Poços. Nós temos uma banda de 11 anos, estamos na correria e cada dia mais a gente pensa no público que a gente vai encontrar em cada cidade. O que a gente busca mesmo é a troca de energia, chegar na cidade, fazer o show e receber de volta isso que recebemos em Poços de Caldas”, destacou Billy.


PETIT MORT

Quando PETIT MORT começou sua apresentação é possível que ninguém imaginava a força do powertrio argentino, que com um rock para lá de pesado e a pequena vocalista e guitarrista Michelle Mendez se agigantando no palco, trouxe o público para junto da banda, criando um clima elétrico que poucas vezes se vê em um show, mesmo se tratando de New York Pub. 

“A gente se diverte muito nos shows. Hoje foi massa. A galera ficou pulando como a gente pretendia. Foi muito massa. Estou exausta. Nosso som é esse. Nós gostamos de bastante coisas diferentes, mas nós três gostamos muito de grunge anos 90. A real é que nosso público é bem variado. Rola muita empatia pelo fato de eu ser menina”, conta Michelle, que explica a escolha do trio, que conta ainda com Juan Recio no baixo e Jacques Blassetti na bateria, de ter recentemente se mudado definitivamente para o Brasil, se instalando em Florianópolis/SC.

“O show de hoje foi o número 75 no Brasil. Já ficou mais fácil morar aqui do que ficar fazendo Buenos Aires, Brasil. Em 2013 nós fizemos cinco turnês no Brasil e acabamos ficando muito tempo fora de casa. Também temos feito muitos shows na Europa, por isso o Brasil é um lugar mais fácil para estar”, diz Michelle, que faz um grande elogio à cena independente brasileira. 

“Nós gostamos muito da cena independente do Brasil. Tem muito brasileiro reclamando de sua música autoral e não entendemos isso. Ultimamente ouvimos muita música brasileira. Em Goiânia e Natal tem uma cena independente maravilhosa, que está bombando de um jeito forte e em outro nível. O Brasil tem no currículo uma banda igual Sepultura, então naturalmente tem uma cena forte desse tipo de música”, exalta Michelle.


Copperfield

A banda que fechou o primeiro dia do Grito Rock 2015 é filha da cena musical poços-caldense. Luan Ribeiro (Vocal), Victor Luiz (Bateria), Matheus Del Claro (Guitarra) e Reinaldo Alves  (Baixo), têm mostrado evolução em cada show e consolidando Copperfield como uma das principais referências do rock autoral sul-mineiro. Mesmo com uma vasta experiência em shows no New York Pub, o vocalista Luan Ribeiro considerou a apresentação no Grito 2015 como a melhor da história da banda. 

“O show foi de uma energia inexplicável. Acho que foi nosso melhor show, contando com o calor da galera. Foi muito emocionante. Só tenho agradecer. Nós fazemos o máximo para alcançar o nível de qualidade que a galera quer. Toda banda vai evoluindo com o tempo e acredito que daqui para frente é só melhorar e tentar circular nosso som. Somos uma banda local que graças a Deus já tem respeito aqui, temos público, apoio e esperamos melhorar e circular mais o som”, exalta Luan, que conta como é formar um público fazendo composições autorais em inglês.

“Compôr em inglês precisa de coragem. Não vou falar que é apoiado 100% porque tem galera que fala que a gente não manja nada de som nacional e, muito pelo contrário, todos os integrantes da banda escutam bastante música nacional, conhecem MPB, mas o que acontece é que em nosso som o que encaixa é a letra em inglês. Nós conseguimos conquistar bastante gente com a língua inglesa e vamos procurar continuar nela, mas sempre respeitando o lado da música nacional”, finaliza o músico.     


O Grito Rock Poços de Caldas continua nesse domingo e vai té a terça-feira de carnaval com três bandas por noite e muita alegria. Os ingressos antecipados estão sendo vendidos na Casa São Jorge Empório, Rua Prefeito Chagas, 296, centro.

Jazahu no palco | (CC - BY SA) Corrente Cultural
 
 Do rap ao rock: Uclanos e Mornin’View agitaram a 54ª Noite Fora do Eixo  
Data: 28/01/2015

Elo: Mídia Corrente Cultural

Público na Noite Fora do Eixo de janeiro de 2015 no New York Pub.


Na terceira quinta-feira de janeiro, o clima de Poços de Caldas estava diferente, com a temperatura acima do normal, e o clima do New York Pub não era diferente. Na chegada do público, o som já estava swingado, com o ambiente leve e solto. A Noite Fora do Eixo de 2015 tem coisa nova.

Recebidos pela intervenção poética do ator e escritor Valber Rodrigues, o público chegou ao New York Pub já empoderado com uma máquina de escrever pronta para redigir poemas, opiniões e recados que pudessem ser afixados ao lado dos poemas de Valber, ao longo do corredor. Ao passo que adentravam a casa, mais poemas datilografados e espalhados pelas colunas dos bares e que rodeavam a Banquinha Fora do Eixo, uma instalação para a compra e troca de CDs, livros, camisetas e outros artigos de bandas que já passaram pelo evento ou que estão em contato com a cena local difundindo seus trabalhos artísticos.

Com o público já dentro da casa, a Noite Fora do Eixo começou com o som do DJ Chakal mostrando a vertente da discotecagem, com clássicos da música dançante que tocados com muito groove e batidas graves criou uma roupagem única para a música black, que dialogaria mais tarde com as duas atrações do palco.


Uclanos na Noite Fora do Eixo de janeiro de 2015 no New York Pub.

A primeira delas foi o UClanos com o som do novo trabalho. Trabalho maduro, “2 extremos” é um álbum que consolida o posto de referência que UClanos tem no rap nacional. A apresentação enérgica de Suburbano e MB2 transformou a Noite Fora do Eixo em um ambiente ideal para o rap. O show trouxe músicas dançantes, que falam de relacionamentos e o tradicional rap, cheio de análises e críticas à sociedade, sob o prisma da dupla de MC’s poços-caldense.


Banda Mornin'View na Noite Fora do Eixo de janeiro de 2015 no New York Pub.

Do rap ao rock. A segunda atração da noite foi a banda Mornin’View, que trouxe a pluralidade de ritmos fundidos ao novo metal. O som de riffs pesados, scratches de dj e vocal visceral, conquistou o público que acompanha os shows da banda em festivais e também nas redes sociais, onde a banda vem postando faixas que comporão o primeiro disco, em fase final de produção.

A 54ª Noite Fora do Eixo terminou, mas não antes de ser anunciada sua nova empreitada. A ação foi contemplada dentro de um projeto aprovado na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Poços de Caldas, e está em busca de patrocinadores que querem sua marca ao lado dessa ação de grande impacto cultural na cidade. Os interessados poderão tirar suas dúvidas pelo email correntecultural@gmail.com ou ainda pelo telefone (35) 8878-6455.


Confira todas as fotos no álbum do Picasa.

Foto: (CC-BY SA) Gabriela Martins / Corrente Cultural
 
 Noite Fora do Eixo se despede de 2014 com recorde de público  
Data: 23/12/2014

Elo: Mídia Corrente Cultural

O calor de dezembro chegou em Poços de Caldas e deu a temperatura ideal para a última Noite Fora do Eixo do ano. A 53ª edição de um evento que já se tornou o palco da música independente na cidade.

O público foi chegando, de carro, a pé e até mesmo de bicicleta, mostrando que há outras formas de se locomover na cidade e que esta é feita para as pessoas. Palmas para a turma do coletivo “Trama - Ação Urbana”, que está ajudando as pessoas a pensarem a cidade de uma forma diferente, o que fez com que Poços se tornasse uma das primeiras cidades do Brasil a ter uma Zona Verde no lugar de vagas de estacionamento de carros. Esse é o clima que incentiva e precede a 53ª Noite Fora do Eixo, e que festeja as conquistas de  2014 já visando as buscas e lutas que virão em 2015. 

O #VaraldaArte, tradicional intervenção de artes visuais, recebeu dessa vez a exposição “Poços: Como Eu Te Vejo”, fruto do concurso homônimo, realizado pelo “Poços de Caldas Convention & Visitors Bureau” e entidades ligadas ao turismo local, que selecionou e premiou fotógrafos amadores e profissionais da cidade.

Com a casa cheia, as expectativas só cresciam, e foi a vez dos shows acontecerem. Diretamente de Santa Rita do Sapucaí-MG subiu ao palco a banda CoqFou, que fez um som forte, repleto de folk, mas não o folk gringo. Um som raíz com base mineira e recheado de blues, que tocou o publico que já aprendeu que a Noite Fora do Eixo é lugar para conhecer o novo, que tem influência do velho, e que um dia vai se tornar referência e influenciará o que ainda está por vir.

Na sequência Johnny Pestanas, que é de de Campinas-SP, subiu ao palco e pareceu ser uma banda local, da casa, com público cativo. Fez todo mundo entrar no ritmo e cantar suas canções, quase todas apresentadas com letras em inglês. O rock da banda, que mistura influências do rock mundial com brasileiridades, contagiou o público que parecia estar se divertindo com músicas já conhecidas da cena cover que rola normalmente na noite poços-caldense. 

Mas não, o que estava rolando era um som autoral.  É sério, isso só acontece em Noite Fora do Eixo, que nessa última edição do ano marcou recorde de público chegando à marca de 240 pessoas, além da cobertura ao vivo dos fatos pelas redes sociais do Corrente Cultural. 

E que venha 2015 e que ele seja um ano repleto de música e poesia. 

A Noite Fora do Eixo volta no dia 15 de janeiro. Até lá!

 



Banda Johnny Pestanas.
 
 Inscrições abertas para o Festival #VaiSuldeMinas 2014  
Data: 07/11/2014

Elo: Mídia CC

E aí, quer tocar? Ou quer tocar e ainda ajudar a construir um festival colaborativo de música independente que quer investir pesado na produção e dar muita visibilidade ao seu show?

Se a resposta for a segunda, você só precisa ser uma banda, grupo ou artista solo do sul de Minas para se inscrever agora na quinta edição do Festival #VaiSuldeMinas, em Poços de Caldas-MG.

A etapa de shows do festival acontece em praça pública, durante os dias 29 e 30/11, com um total de 4 vagas para artistas sul-mineiros, incluindo artistas de Poços de Caldas-MG. Os selecionados compartilharão o palco com outras seis atrações, repartindo experiências, vivências em circuitos culturais e que estão prontas para o intercâmbio musical onde o artista deve estar ligado e disposto, para conexões espontâneas que podem lhe render um 2015 de muitas oportunidades.

A realização do Festival #VaiSuldeMinas 2014 é do Coletivo Corrente Cultural, e tem apoio da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura e da Prefeitura Municipal de Poços de Caldas.

Condições aceitas no ato da inscrição:

As vagas não prevêem cachê ou ajuda de custo para o translado.
Data e horário serão estabelecidos pela organização em negociação com o selecionado.
A proposta de show tem duração de 50 minutos, com repertório 100% autoral.

** As inscrições vão até 12/11, exclusivamente pelo site Toque no Brasil. Clique aqui ! **

O candidato deverá possuir página do TNB atualizada com contato, formação atual e material de áudio e/ou vídeo que correspondam a proposta atual de show.

Dúvidas podem ser tiradas pelo email correntecultural@gmail.com ou pela página do festival no facebook - www.facebook.com/VaiSuldeMinas
 


 
 Inscrições abertas para o Manancial 2014  
Data: 03/10/2014

Elo: Renan Moreira

Estão abertas as inscrições para a quinta edição do Manancial - Festival Estudantil de Música Independente, que desde 2010 promove o intercâmbio cultural entre músicos e compositores da juventude presente nas escolas do município. As apresentações, de qualquer estilo musical, em formato de banda, grupos, ou ainda duplas ou solo, acontecerão nos dias 01 e 02 de novembro no Sesc Poços de Caldas. Antes disso, entre 28 e 31 de outubro, acontecem as oficinas de música com professores do Conservatório Antônio Ferrucio Viviani.
 

Quem pode se apresentar no Manancial 2014?

Podem se inscrever estudantes do 8º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio, que tenham composições autorais. As inscrições devem ser feitas pelo site - www.correntecultural.com/manancial, ou presencialmente no Sesc Poços de Caldas, e o compositor pode se inscrever mesmo não tendo material de áudio e vídeo gravados e disponíveis na internet, estimulando também a participação de músicos iniciantes. 

 
Festival de música e responsabilidade social

Atrelado ao caráter sociocultural, o Manancial 2014 pretende arrecadar alimentos, por isso a entrada do público para as apresentações e oficinas acontecerão mediante a doação de 1kg de alimento não perecível, que serão entregues ao Mesa Brasil, programa de segurança alimentar e nutricional sustentável, desenvolvido pelo Sesc.   

 
Oficinas com professores do Conservatório Musical

Além dos shows, o Manancial 2014 terá também debate e oficinas gratuitas durante os dias 28 e 31/10. Os temas passam por instrumentos e técnicas musicais, facilitadas por professores do Conservatório Antônio Ferrucio Viviani, além do Papo de Músico, uma discussão sobre a carreira musical com convidados especiais.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA!

 
O Manancial 2014 é uma realização do Coletivo Corrente Cultural, com o apoio da Secretaria Municipal de Educação, Conservatório Musical Antônio Ferrúcio Viviane e apoio do Sesc Poços de Caldas.

Mais informações no site www.correntecultural.com/manancial e na fanpage do festival no Facebook: www.fb.com/festivalmanancial.

 

Divulgue sua inscrição com a hashtag #FESTIVALMANANCIAL

Inscrições abertas!!
 
 Entre para a Escola de Gestão Cultural  
Data: 03/09/2014

Elo: Renan Moreira | via Viraminas

Escola de Gestão Cultural da Associação Viraminas

Entre para a Escola de Gestão Cultural 

Atenção gestores (do terceiro setor e do poder público), produtores, artistas e agentes culturais de Três Corações e região. Estão abertas até o próximo dia 5 de setembro, as inscrições para a Escola de Gestão Cultural, projeto de formação da Associação Viraminas voltado a quem estuda, trabalha ou se interessa pela área artística e cultural.

Escola de Gestão Cultural: como e quando?

O curso acontecerá aos sábados, das 9h às 18h, com oito módulos:

- Sistemas Públicos de Cultura;
- Comunicação e Liberdade do Conhecimento;
- Formação de Público;
- Produção artística e diversidade cultural;
- Patrimônio cultural (com foco no imaterial);
- Produção cultural em comunidades de periferia;
- Economia solidária;
- Metodologias de educação não-formal para a cultura.


No encerramento do curso, os participantes construirão juntos um plano de ação para o poder público e para os coletivos artísticos e culturais da região, visando aprimorar práticas cotidianas, estabelecer melhores condições de sustentabilidade das iniciativas e fortalecer os vínculos em rede que naturalmente vem se formando nos últimos anos.

Escola de Gestão Cultural: inscrições

Os interessados em participar do curso deverão enviar e-mail com o título "Inscrição para Escola de Gestão Cultural" endereçado a "escola@viraminas.org.br". No corpo do e-mail, deverá ser enviado minicurrículo (até 10 linhas) contendo a formação e área de atuação do candidato e uma breve justificativa (até 5 linhas) relatando o motivo do interesse no curso.

Os módulos serão apresentados por gestores culturais de instituições públicas e privadas, Pontos de Cultura, universidades e coletivos.

Mais informações pelo telefone 3231-2690, preferencialmente com Andressa.

Divulgação.
 
 El Efecto mostra nova versão de música  
Data: 25/07/2014

Elo: Renan Moreira

A banda carioca El Efecto lançou um novo vídeo essa semana, uma execução intimista de uma de suas aclamadas canções que compõe a história do grupo. O vídeo trouxe indícios do que parece ser a nova investida do grupo: canções desplugadas, com a densidade de instrumentos percussivos, acústicos e belas cantorias.

Compartilhado no último dia 24 na página da banda no Facebook, o videoclipe de Ciranda, canção que tem seu primeiro registro no EP ‘Novas Músicas, Velhas Angústias’, de 2010, ganhou uma nova versão, desplugadíssima, com arranjos de viola, triângulo, baixo acústico e colaboração dos vocais da cantora Daíra Saboia. O vídeo que está hospedado na conta da Tocavideos, já tem mais de 1 mil acessos em 24 horas.

Há dois pontos a se apresentar. Um é o próprio vídeo >>assista também aqui<<, uma parceria com Daíra e a Tocavideos, produtora de audiovisual (como o nome sugere) que tem gravado bons protagonistas da bancada da nova música brasileira como 5 a Seco, Silva e Clarice Falcão. O vídeo foi gravado em Santa Teresa, no Rio de Janeiro, revelando a ideia pronta do grupo, de repaginar algumas canções. Foi assim em ‘Ciranda’, onde “sai o som pesado das guitarras da original e sobressai o nordeste”, como consta na descrição do vídeo, na conta da Tocavideos no Youtube.

O outro ponto é exatamente esse que já se adentra: a capacidade do grupo de se reposicionar musicalmente, enfatizando um novo formato de trabalho: execuções musicais mais orgânicas, mais conectados com a terra, com instrumentos de manufatura menos industrial, e mais possíveis de serem tocados em qualquer espaço, provido de praticamente qualquer estrutura. Nessa nova versão de ‘Ciranda’, o grupo carioca escancara um novo horizonte possível, um disco só de versões desplugadas de suas músicas, como já apresentado pelos integrantes durante os preparativos do último show em Poços de Caldas, no final de junho. A ideia parece ser a de poder aumentar a frequência de shows e tocar mais perto das lutas populares. É o anseio de qualquer artista, o de transformar a rua em palco de transformações socioculturais.
 

El Efecto

A banda carioca já se apresentou no sul de Minas em diversas ocasiões, mas foi no Grito Rock Poços de Cladas 2012 sua estreia com direito a uma noite ovacionada por todo o público presente. “Incrível” e “foda demais” foram alguns dos elogios que perduraram nas redes sociais do Corrente Cultural por semanas depois da apresentação, que levava Tomas Rosati ainda nas baterias.

Depois, com Gustavo Loureiro assumindo a bateria e deixando Tomás mais livre para timbrar sua potente voz, o grupo fez do sul de Minas um roteiro de circulação permanente. Tocaram por Santa Rita do Sapucaí, Itajubá, Pedralva e mais duas vezes por Poços de Caldas, ainda em 2012 no Festival #VaiSuldeMinas, em em 2014 no Arraiá do New York, festa organizada pelo Corrente Cultural e a casa de shows New York Pub.

El Efecto é Bruno Danton (guitarra, cavaquinho, trompete e voz), Tomás Rosati (voz, percussão e clarinete), Eduardo Baker (baixo), Pablo Barroso (guitarra e voz) e Gustavo Loureiro (bateria). Saiba mais sobre a banda no site www.elefecto.com.

Capa do EP de 2010 com a versão original da música
 
 48ª Noite FdE leva punk, rock e grunge mineiro ao New York Pub  
Data: 18/07/2014

Elo: Mídia Corrente Cultural

Quarenta e oito Noites Fora do Eixo é um número de responsa e nada melhor que atrações pesadas para comemorar essa data. Nessa edição, os shows ficaram por conta das bandas mineiras Zonbizarro, de Belo Horizonte, e Punkass, de Poços de Caldas. A NFdE já se consagrou por ser um dos momentos mais ecléticos dentro da grade de programação do New York Pub (NYP) e isso agrada ao público, mas nessa quinta foi o rock quem tomou conta do ambiente, contagiando desde os artistas em cima do palco até a plateia que lotava o NYP, que se tornou uma vitrine do melhor do rock, punk, e grunge nessa quinta-feira.

O frio que toma conta de Poços no mês de julho não conseguiu entrar no New York Pub, e a casa foi tomada por uma atmosfera única dessa 48ª edição da Noite FdE Poços de Caldas, que integrou a programação oficial do Festival Corrente Mostra 2014. Zonbizarro subiu ao palco e mostrou seu Psycho Grunge pra lá de pesado. O powertrio mostrou como se faz grunge em português, com letras cheias de sentido e som de altíssima qualidade. Uma bomba para o ouvido do público, que parou para escutar, exemplo maior de sucesso de uma banda debutante em Noites FdE. Chamar a atenção da galera com músicas autorais que a maioria nunca ouviu não é fácil, e é o que comprova o potencial de uma banda que está disposta a circular e escolheu Poços de Caldas como partida de uma turnê pelo sudeste.

Se você não gosta de palavrão então vá pra… Assim foi a transição do grunge para o punk. Quando a banda Punkass subiu ao palco e quebrou tudo no NYP, a galera que estava mais contida, concentrada no som foi para frente no palco e pow.. A roda estava aberta!!! Assim é o punk poços-caldense, que não morreu, que tem na banda Punkass seu fôlego renovado. Politicamente correto? Aqui não! Aqui é Punkass! 

Toda essa euforia à frente do palco, não diminuiu os olhares atentos às fotos de Raphael Durante e à poesia escrita de Nanda Garcia. Olhares que se penduravam junto às obras no #VaraldaArte, se tornavam parte da exposição que trazia consigo um contexto onde toda arte é cotidiana, e todo cidadão é um artista nato.

Foi nessa atmosfera, que a 48ª Noite FdE Poços de Caldas se findou à espera de mais uma edição no mês de agosto, com atrações já confirmadas. Ficou curioso? Então não desgruda daqui do site que logo tem novidades!

Zonbizarro | (CC - BY SA) Gaby Martins / Mídia Corrente Cultural
 
 #NoiteFdEPoços - Cobertura Colaborativa - junho / 2014  
Data: 20/06/2014

Elo: Pedro Cezar - à Mídia Corrente Cultural

"Eu sou um homem hora". Gu Siqueira & Offbeat é uma banda de Campinas, semi-interior de São Paulo. Trazem em sua música poesia madura, palavras ritmadas com cuidado - prosódia esperta. A batida é mesmo um misto influenciado por gêneros musicais brasileiros, meio jazzístico às vezes (ainda que em um "salve a bahia-iá"), bom gosto pop. Parece que tá tudo no lugar; mas proporciona a desconstrução do previsível na cabeça de quem ouve (o New York tá bem lotado pra uma quinta-feira de bandas autorais). Quanto aos caras, muito massa o estilo tipo elegante, não só de roupas mas de postura no palco, combina com o som. Tem um saxofone charmoso. Além das canções do repertório próprio estão releituras de clássicos do axé e, de repente, até um Itamar Assumpção. Gente dançando, cantando junto, gente prestando atenção na voz grave ou nas levadas quebradas da bateria; uma compreensão coletiva bem interessante do que parece ser uma música "difícil". Posso estar falando besteira... normal. Um show com ótimo começo-ao-fim, botando o bloco na rua, certeza que a galera curtiu. 

Na promenade tem o #VaraldaArte, com a exposição interativa #SelfieService, criada e instalada pelas supermulheres Sandra Ribeiro e Tetê Nassif. São quadros pequenos, com espelhos emoldurados simulando um smart phone. Manja selfie? É aquela foto que você tira de você mesmo com o braço esticado, sozinho ou com mais gente. Então, olhar pra obra é estar em uma foto - cada quadrinho tem uma proposta (nariz de palhaço, bico de pato[?], dedos segurando a moldura-celular). Uma boa ideia: estimular mais exposições interativas neste varal.

E, cara, rolou Cores e Valores, do Racionais MCs. A música black invadindo a noite do Centro. DJ Mancha é um dos únicos deejays de Poços de Caldas, miliano na defesa do vinil, da música negra e do rap. Automaticamente, quando esta música bate nos falantes, o ambiente do New York Pub muda, o balançar é inevitável; ótimo sinal da quebra dos preconceitos que tá rolando. Fica a dica: o DJ Mancha apresenta dois programas na rádio comunitária Impacto FM 91,9, todo sábado e domingo, às 18h00 e 12h00 respectivamente. Sintoniza lá! Mais sobre o trabalho em repercusom.blogspot.com.

Uma bandeira erguida e estendida no palco por Roberto Tereziano estampa uma das obras de Hélio Oiticica: "seja marginal, seja herói". Um recado que abre a apresentação da banda Absinto Muito, de Sete Lagoas, MG. Deve ser a quarta apresentação deles na cidade, o que garante que, hoje, metade da galera que compareceu, está aqui para vê-los. A performance é o ponto alto; são caras novos, com roupas meio anos 60/70, chacoalhando tudo, sem colocar a precisão técnica como o principal motivo de viajarem até aqui, embora a pressão de som seja enorme! O público vira parte do espetáculo, pulando, gritando, sorrindo, vibrando igual. Vi até uns amigos músicos mais velhos (e, portanto, quase chatos ahahah) curtindo legal a onda. Com certeza, uma banda importante no cenário atual, rodando sem parar por muitas cidades, que "dá gôsto" e desperta curiosidade das pessoas pela novidade, pelo diferente. E não vem da capital. 

Mais? Mês que vem tem mais! 

Veja a cobertura fotográfica completa no Picasa do Corrente Cultural - http://bit.ly/nfe_junho14

(CC - BY SA) Sandra Ribeiro / Mídia Corrente Cultural
 
 Corrente Mostra 2014 quer a sua opinião  
Data: 02/06/2014

Elo: Mídia Corrente Cultural

O que você quer aprender e o que você pode ensinar são as questões que norteiam a pesquisa lançada essa semana pelo Coletivo Corrente Cultural. A ideia é captar propostas para compor a programação do festival Corrente Mostra 2014, em julho. 

Essa é a quinta edição do evento, que como nos anos anteriores acontece dentro do Julho Fest, festival de inverno realizado pela Prefeitura Municipal de Poços de Caldas. Além da etapa de shows, que esse ano acontece no dia 17/07 no Parque Municipal Antonio Molinari, o Corrente Mostra também vai oferecer oficinas e debates sobre a cadeia produtiva da Cultura, a fim de ceder ao público mais do que apenas o contato com o artista, mas uma experiência completa com o “fazer cultura”. Para isso, a “Pesquisa Corrente Mostra - fale sobre sua vontade de aprender” é um formulário online, aberto, para captar respostas nesse tempo de pré-produção do festival. No formulário, o público poderá se cadastrar rapidamente com nome e email, e votar ou sugerir temáticas de seu interesse. A pesquisa ainda deixa um campo em aberto para pessoas que queiram oferecer capacitações sobre áreas do conhecimento que dominam, ou ainda agregar experiências em possíveis debates e mesas redondas.

Algumas temáticas como Gestão Cultural, Comunicação e Hip Hop já estão listadas para serem votadas, mas a indicação de novas propostas é livre e pode ser feitas no próprio formulário.

Participe!

 

Divulgação
 
 Sesc promove o seminário Públicos de Cultura: hábitos e demandas  
Data: 09/05/2014

Elo: Mídia Corrente Cultural | via Sesc Poços de Caldas

Belo Horizonte receberá, em 14 de maio, o seminário Públicos de Cultura: hábitos e demandas, um momento para apresentação dos resultados de uma pesquisa inédita realizada pelo Departamento Nacional do Sesc, em parceria com a Fundação Perseu Abramo. O evento ocorrerá no Cine Sesc Palladium, das 9h30 às 12h30. As inscrições gratuitas para a participação podem ser feitas pelo site do Sesc, limitada às primeiras 60 inscrições. As unidades do Sesc localizadas em Governador Valadares, Poços de Caldas, Teófilo Otoni  e Uberlândia receberão a transmissão simultânea do seminário. Para o interior as inscrições gratuitas poderão ser feitas pelo telefone da unidade até o dia 9 de maio.

A pesquisa tinha como objetivo mapear os hábitos e práticas artístico-culturais dos brasileiros. Das 2.400 pessoas entrevistadas em setembro de 2013, em 25 estados, mais da metade (61%) nunca havia assistido a uma peça teatral. O índice chega a 89% quando se trata de concertos de ópera ou música clássica; 75% em dança; e 71% em exposições de pintura e escultura em museus.

Participam do seminário o pesquisador Gustavo Venturi, responsável pela apresentação dos dados da pesquisa; Cláudia Márcia, gerente de estudos e pesquisas do Departamento Nacional do Sesc e Andreia de la Reza, técnica do Departamento Nacional do Sesc. A mediação será feita pelo professor doutor José Márcio Barros (UEMG, PUC Minas e ODC). Os participantes estarão disponíveis para entrevistas no local do evento, das 9h às 9h30 e das 16h às 16h30.

Em seguida ao seminário, ainda no dia 14 de maio, será realizada, das 14h às 16h, uma roda de conversa com a participação de lideranças locais, gestores públicos da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, Secretaria de Estado de Cultura e Representação Regional do Ministério da Cultura. Será o momento de discutir a importância da pesquisa, desdobramentos dos seus conteúdos e a utilização dos dados no contexto da cidade. O encontro será realizado no Cine Sesc Palladium e o credenciamento para participação será feito na parte da manhã, durante o seminário, sujeito a lotação. Governador Valadares, Poços de Caldas, Teófilo Otoni e Uberlândia também realizarão esse momento de debate e troca com o público, nas unidades e locais respectivos, sem necessidade de credenciamento. 

 

CURRÍCULOS DOS PARTICIPANTES

Gustavo Venturi

Doutor em Ciência Política, Gustavo Venturini é professor na Universidade de São Paulo, coordenador científico do Núcleo de Opinião Pública da Fundação Perseu Abramo e dirigiu o Instituto de Pesquisas Data Folha (1985/1996). Venturini é o responsável pela apresentação dos dados da pesquisa.

 

Cláudia Márcia

Mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (2009). Atualmente é Gerente de Estudos e Pesquisas do Departamento Nacional do Sesc.

 

Andreia Maciel de la Reza

Graduada em Sociologia (IFCS-UFRJ), mestre em Serviço Social (UFRJ), MBA em Responsabilidade Social e Terceiro Setor (UFRJ). Especialista em Desenvolvimento Local Sustentável (OIT – PNUD) e membro do conselho editorial da revista Sinais, do departamento Nacional do Sesc.

 

Mediador - José Márcio Barros

Graduado em Ciências Sociais (UFMG), mestre em Antropologia Social (UNICAMP) e doutor em Comunicação e Cultura (UFRJ). É professor da PUC Minas e da Faculdade de Políticas Públicas (UEMG) e professor convidado UFBa. José Márcio Barros coordena o Observatório da Diversidade Cultural (ODC)

 

Evento: Seminário Públicos de Cultura: Hábitos e Demandas
Data: 14/05
Horário: 9h30 às 12h30
Local: Cine Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Classificação: livre

Tranmissão: Site do Sesc - www.sesc.com.br

Evento:
Roda de Conversa
Data: 14/05
Horário: 14h às 16h

As inscrições no interior poderão ser realizadas pelos telefones abaixo:

Uberlândia: (34) 3212.9999 (Douglas Couto)

Governador Valadares: (33) 3271-5653 (Flávia Carvalho)

Poços de Caldas: (35) 3722-1393 (Pedro Cezar)

Teófilo Otoni: (33) 3522-3585 (Florisvaldo Junior)

 

 

Divulgação
 
 1º M.P.B movimentou a população da zona leste no último domingo  
Data: 01/04/2014

Elo: Renato Albino / Mídia Corrente Cultural

Pra muitos que estavam acostumados com a rotina tradicional de um domingo à tarde, o último deste mês de março causou surpresa aos moradores do bairro Estância São José e arredores.

Com uma estrutura arrojada (tendas gigantes, brinquedos para crianças, biblioteca móvel, banheiros químicos, entre tantas outras) o 1º M.P.B - Música Para o Bem, proporcionou à moradores, moradoras e visitantes, muita cultura e arte.

O evento, que mesmo com seu atraso significante devido à chuva intensa, abriu espaço para que artistas independentes da região leste da cidade pudessem expor sua arte aos amigos, familiares e público visitante.

“O objetivo primordial do Música Para o Bem é promover o acesso à cultura e arte à regiões onde ela não chega, ou raramente chega. Em 26 anos aqui na Estância São José, nunca vi um evento de música com essa estrutura. Além disso, o objetivo também é a transformação social e a conscientização da importância de não pensarmos somente no próprio umbigo”, diz Tokinho Carvalho, um dos organizadores do evento. “Depois do fim do evento, quando eu estava indo embora, exausto, vi dois molequinhos subindo a rua da minha casa brincando de rimar, porque tinham acompanhado a Batalha de Freestyle. Vi crianças trazendo um quilo de alimento em uma sacolinha de supermercado. Missão cumprida. Fizemos pelo nosso bairro algo que ninguém nesses 26 anos fez”, continua Tokinho.

O organizador, que também é músico fala sobre os resultados da ação que promoveu juntamente com Rogério Lacerda - MC do grupo de rap Mente Letal: “Com relação ao resultado, o feedback na internet, tanto de artistas, quanto de público está sendo ótimo. Tem gente querendo saber quando vai ter de novo. Tem gente que nem veio e está parabenizando por que ouviu dizer que foi bom”.

O evento, que possuía também o caráter beneficente, arrecadou cerca de 74 quilos de alimentos que serão revertidos à uma instituição da região leste. “Arrecadamos 60kg de alimento e 14 litros de óleo nessa primeira edição. A intenção é que no próximo isso aumente consideravelmente. O destino dos alimentos ainda está sendo definido e em breve divulgaremos”, fiinaliza o organizador do 1º M.P.B.

A iniciativa que contou com auxílio da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura e Secretaria de Serviços Públicos, contou ainda com a parceria e apoio de vários empreendimentos e pessoas da comunidade. Após o sucesso da primeira edição, que recebeu um fluxo médio de 300 pessoas (entre crianças, jovens, adultos e idosos), os organizadores já visualizam próximas edições. 

Foto: China Trindad / Mídia Corrente Cultural
 
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